Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo alimentação complementar

Avós na introdução alimentar - uma discussão de geração para geração

Você tem seu bebê e descobre que um mundo novo de informações estão aí, na sua frente. Não tem cartilha, mas tem opções: que tipo de criação eu darei?  Que tipo de mãe eu serei? E dentro das decisões, está a escolha da nutrição do seu bebê. Pensar em levar um bebê em nutricionista especialista e que trabalhasse com bebês para prevenção há 10 anos era uma coisa quase surreal. Você não teve isso. Mas a informação está aí, e você escolhe , de maneira consciente, dar de presente ao seu bebê uma boa oportunidade de ter uma alimentação bem prazerosa e saudável, iniciando agora, para que ele possa comer bem sempre. Mas tem muita gente que não entende exatamente o que você faz com essa decisão. E pessoas importantes para o seu bebê, como os avós do bebê. Aí pode ser que a  batalha, silenciosa ou não, é travada. Se sua mãe (ou sogra) está querendo te ajudar com seu bebê, se ela faz parte da sua rede de apoio hoje, muito provavelmente ela se preocupa e ama vocês . Já pe...

E a introdução alimentar.... parece que não acontece!

Você se preparou. Em geral, acontece mais com quem segue a cartilha certinha: vou esperar os seis meses para fazer a introdução alimentar. Escolhe os alimentos a dedo, aquela receita maravilhosa, faz, investe tempo (e olha que cozinha não era o seu forte!) . E o bebê simplesmente não se interessa. Bom, você pensa: pode ser que amanhã melhore. Só que a reação da criança, vai piorando. Vai de disfarçar veemente, olhando para o lado enquanto, bater a mão na colher, chorar ou achar que o cadeirão tem espinhos. Como eu fujo daqui? Alguns bebês simplesmente podem não estar preparados para comer. E como aos seis meses estão mais ativos, mostram com mais eficiência sua particular situação do que um bebê mais novo. A preparação para comer se dá por sinais fisiológicos. Primeiro eles olham muito, para nossas bocas, enquanto a gente come. Sentam-se sozinhos. Pegam os alimentos. Conseguem mastigar. Por fim, engolir. Apesar do marco de idade que em geral, orientamos, nem todo beb...

Vilarejo - é preciso uma aldeia inteira para educar uma criança

Diz um ditado africano: É preciso uma aldeia inteira para educar uma criança Vivendo entre essa  toda a sorte de mães,pais e famílias, mais a gente percebe tão rica é a vida da maternagem, e quão desafiadora ela pode ser. Quando li esse ditado, achei que nada fazia mais sentido. Já vi minha mãe comentando: tive duas filhas e não era assim, eu dava conta. Mas também lembro claramente que, por exemplo, quando minha irmã mais nova nasceu, fui transferida por cima do muro para a casa da vizinha, e lá fui muito bem cuidada até minha mãe voltar com o novo pacotinho que tinha minha irmã. Depois cresci em um bairro onde as pessoas se ajudavam muito. Eu, por exemplo, aprendi a cozinhar com minha vizinha. Visita das tias eram comuns e, mesmo meus pais trabalhando muito, existia uma comunidade para ajudar a cuidar de mim, da minha irmã. Hoje, você sabe: não é mais assim . Tenho um vizinho de porta que tem um bebê de um ano aproximadamente. Eu nunca troquei uma ...

Por que eu me preocupo com alimentação complementar – ou por favor, pare com “eu dei e não morreu”

O futuro está chegando cada vez mais rápido. Nunca tivemos tanta informação em tão pouco tempo. Na alimentação então... trinta anos foram o suficiente para mudanças drásticas em relação a várias orientações (principalmente o que se detém a alimentação complementar) E hoje, mais do que nunca sabemos que a chave mestra para a prevenção de doenças está no nosso hábito e estilo de vida. Faremos então, um exercício. Observe sua família, e veja se alguma história de doença se repete. Diabetes, hipertensão, doenças crônicas que são sim, parte genéticas. Câncer também. Existe um padrão? As pessoas mais velhas da sua família tomam medicamentos? Existe também um padrão em relação a quando essas doenças apareceram? E na família do seu companheiro(a)? Provavelmente, você descobriu algum padrão de saúde. A parte “boa” das doenças genéticas é que podemos tentar, ao máximo, prevenir . Ou atrasar sua manifestação. E você já sabe, seu vizinho já sabe, o Globo repórter já sabe – comer bem...