sábado, 15 de dezembro de 2012

Alimentação da criança nas festas de fim de ano! E uma receita para fazer em família!

Olá pessoal!
 
Chegando uma fase gostosa, principalmente para quem está com crianças em casa: as festas de fim de ano!
Mas sempre pinta uma dúvida ou outra, em relação a alimentação! Vamos conversar um pouquinho?
 
Primeiro, quem tem os pequeninos de até 1 ano, não dá pra bobear. A alimentação do bebê precisa ser respeitada, inclusive nessa época. Já pensou ter que correr pro hospital com uma criança com reação alérgica bem no meio da festa? Ou dar aquela dor de barriga bem no meio da diversão? Não dá, ninguém aproveita direito. Então, os alimentos não indicados (guloseimas, café, frituras, açúcar, que contém conservantes, aromatizantes) não estão liberados pra essa turminha.Nem um pouquinho.  Mas as frutas típicas, uma papinha feita com a carne do peru, uma papinha de frutas secas, isso está. Claro, dentro da rotina pré-estabelecida e  do combinado com a nutricionista ou com o pediatra. Quanto mais rotina, mais o bebê se sente confortável, mais aproveita a festa.
 
Agora, em relação aos mais velhos, exceto algumas exceções por conta de situações específicas, eles podem comer de tudo. Mas, como a fartura é grande na mesa do final de ano, tem muita mãe por aí com receio em relação as quantidades. E agora, o quanto liberar?
 
Agora mães e pais, é uma ótima oportunidade de incentivar o seu pequeno a se conhecer, a conhecer seu próprio corpo e os sinais que ele dá. Para conhecer os graus de satisfação, saciedade, fome. Geralmente, a criança saudável já vem com esses sinais bem estabelecidos, o que acontece é que uma forçadinha em raspar o prato aqui e ali podem ter mexido com esse processo. Hora de retomar o treinamento.
 
Pergunte: está com fome? Como está se sentindo? Quer fazer seu prato? Auxilie, mas coloque porções pequenas. Quando seu filho terminar, pergunte, está satisfeito? Quer mais um pouco? Como está se sentindo?
E principlamente, dê o exemplo! Se comer "até explodir", esse será o exemplo que a criança terá. Se saborear e aproveitar cada garfada, devagar, aproveitando o momentos, as companhias, esse será o exemplo a ser seguido.
O controle desses sinais de fome/saciedade são fundamentais para a manutenção do peso, da saúde, e da satisfação corporal. Respeitar a fome e a saciedade do seu filho é um passo a ser dado em relação ao tratamento das crianças com dificuldades alimentares (aquelas que não comem) e das crianças obesinhas.
 
Agora, para a festa ser completa, e agregarmos os vegetais às nossas ceias, que tal fazer uma receita elaborada e completa?


 
Fotos originais!!!
 
Macarronese de Natal
Ingredientes
1 cenoura média
100gr de salsão
1 maçã verde
5 unidades de nozes
250gr de peito de frango
250gr de mini macarrão farfale (gravatinha) ou mini penne
3 colheres de sopa de maionese
Açafrão, sal, páprica doce a gosto
Mini agrião para decorar (e degustar)
Rale a cenoura, pique o salsão, a maça e as nozes em pequenos pedaços e reserve. Cozinhe o peito de frango em água com os temperos (açafrão, páprica doce e sal). Desfie e acerte o tempero, reserve. Cozinhe o macarrão al dente em água abundante e sal. Reserve. Misture todos os ingredientes pré-preparados, adicione a maionese aos poucos, incorporando aos outros ingredientes. Utilize o mini agrião para decorar.
Se for fazer a versão vegetariana, dispense o frango e aumente as nozes!
 
A criança pode, conforme a idade, ajudar a picar os ingredientes, temperar o frango, misturar e decorar o prato!
Boas festas para todos em casa e um 2013 cheio de luz, saúde e amor!!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Cultura alimentar!

Olá pessoal!!
 
Fatos começaram a me estimular a pensar sobre a nossa cultura alimentar.
 
Estive em uma sala de espera, em um hospital, e estava passando uma matéria interessante na tv, específica para a sala de espera. Uma nutricionista comentava sobre a alimentação do brasileiro. Dizia algo como "daqui a pouco, as pessoas vão querer se alimentar com a alimentação brasileira, assim como foi com a alimentação mediterrânea." Ponto pro Brasil!
 
E em outra ocasião, assisti a uma palestra interessante sobre marketing. Um profissional renomado estava contando uns "cases" de sucesso e insucesso. Comentou sobre as sopas Campbell's ®.
A empresa chegou aqui no Brasil e pensou: "muita gente, vai vender horrores". Aí, montou aquela fábrica enorme... mas esqueceram de estudar o público.
Entre outros motivos, o profissional comenta que, com brasileiro não tem essa de "sopa em lata". Comida, pra nós, é carinho, atenção, família. Como você demostra amor abrindo uma lata? Aí veio a Maggi ® e mandou colocar água fervendo. "Cozinhou". Pronto, essa sopa pegou.
 
 
Aí, os tempos mudam, há, o tempo... esse passa, e com ele, leva algumas coisas, como delicadas culturas. Será que ainda existe essa necessidade de cozinhar nas casas brasileiras? Será que a alimentação "brasileira" não está cada vez mais americanizada? Será que se o dono da Campbells trouxesse a fábrica agora, em 2012,  a sopa não pegava?Afinal, não estamos trocando nossa cultura alimentar pelas comidas prontas?
 
Estamos em uma era de tudo muito pronto, muito processado, muito produto alimentício. Menos comida, mais medo de comida. Cozinhar? Perda de tempo.... utilize esse tempo em outra coisa...eu hein!!!! Abre um pacote. Aromatizado artificialmente.
 
Vocês já sabe minha posição sobre cozinhar, especialmente para os filhos. Mas além de cozinhar, vamos pensar um pouco sobre o contexto da alimentação. O que ensinamos para os nossos filhos, e principalmente, o que nossos filhos levarão de memórias alimentares. Não só sobre o sabor, mas em como aquela comida era servida. A "cultura" alimentar daquela casa.
 
Na minha casa, minha mãe descascava laranja, cortava no meio, e a "tampinha" era disputada. Meu pai amava (e ama) comer melão, fazendo um corte especial, primeiro embaixo, depois, fatia por fatia, colocando a fatia na boca com a ponta da faca. Eu faço igualzinho. Meu pai cozinhava, minha mãe lavava a louça. O picadinho do meu pai tem sabor de lar, com batata, cenoura e abóbora.
 
Lamber a massa de bolo crua. Quem nunca? Faz parte da sua memória ligada à alimentação?
 
Não sei exatamente o que minha filha vai levar de memória alimentar. Mas vou tentando, aos poucos, aumentar a experiência dela com a comida. Dizendo: olha o cheiro dessa manga! Fecha os olhos, adivinha que fruta é essa, hum, maçã! Fim de semana com café da manhã especial em família. Cozinhando com a ajuda dela.
Quero minha filha bem nutrida, não só no corpo, no biológico, mas também na memória, no coração.
 
E por aí, - vocês lembram de alguma coisa bacana? Que memória e/ou cultura alimentar querem deixar de herança para seus filhos?

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Relactação - um relato de sucesso!

Um dos posts de maior sucesso aqui do blog é o de relactação. E melhor do que descrever a técnica, é saber o que passa na pele e na cabeça de uma mãe  que realmente passou por isso na pele.
E por isso, há algum tempo atrás, pedi para uma querida e guerreira mãe dividir a história dela com a gente!
A Denise Pimenta escreve o blog "A mãe do Léo", e eu indico especialmente dois lindos posts dela sobre amamentação: um poema e um pouco de história, com os benefícios da amamentação relatados.
 
Fica á vontade, Denise, e obrigada pelo depoimento!

Essa é a Denise e o Leo!


Relactação

Por Denise Pimenta

 
"Para chegar aonde devemos, ao assunto principal, devo começar contando nossa história, nossa experiência, que deu certo e muito!
Antes mesmo do nascimento do meu bebê, veio o colostro, vazava na cama, de chegar a molhar, e eu morrendo de felicidades por ver o leitinho, alimento do meu filho jorrando, abundantemente do meu seio.
Eis que a primeira lição: só ter o leite não basta. Amamentação depende de muitos fatores e não somente ter o leite.
Leonardo nasceu as 22h18minhrs e não mamou nas primeiras horas de vida, foi para o alojamento conjunto somente as 05h00minhrs, o que me leva a pensar que ele foi alimentado com fórmula durante esse tempo em que ficou longe de mim. Quando chegou no quarto, tentei amamentá-lo e ele sugou fortemente duas vezes, e já dormiu novamente. No outro dia, com orientações de enfermeiras, tudo se repetia, abocanhava, sugava duas a três vezes e dormia. Fomos para casa passadas 24hrs na maternidade, e o meu menino quando não estava dormindo, estava quietinho, no outro dia com ele em casa, e o desespero começando a bater, entramos em contato com o Banco de Leite de nossa cidade, aonde me orientaram via telefone a ordenhar o meu leite e oferecer a ele, consegui com muita dor, ordenhar 40ml de leite, e ofereci na mamadeira, com riscos de ele nunca mais pegar o meu seio. Ele mamou firmemente e desesperado a mamadeira em poucos minutos, ele sentia fome. Passada uma semana, em consulta, Léo tinha perdido aproximadamente 400 kg, foi quando recebi uma receita para alimentá-lo com fórmula, e sai de lá desnorteada, procurei o banco de leite desesperada, com olhos marejados, para mim o sonho de amamentar estava um passo do término.
Minha produção de leite baixou por isso a indicação de relactação e complementação com o leite artificial. Nas primeiras vezes relactando, eu ainda não tinha a prática de inserir a sonda na boquinha do bebê, assim como me orientaram no BL, eu colocava a sonda nº4 no meu dedo mindinho a parte maior no recipiente com o leite artificial e inseria o meu dedo na boquinha dele, complementávamos 30 ml de leite artificial a cada duas horas, após as mamadas no peito. E assim fomos durante aproximadamente 15 dias, nos dias que seguiram, consegui inserir a sondinha junto à boquinha do meu bebê, então a relactação fazia seu papel realmente, pois como se deve saber, a produção de leite se dá assim: quanto mais há sucção, maior a produção, e como dizem leite no peito não é estoque é fábrica, quanto mais de dá, mais se tem.
E assim persistindo, com muita paciência, chegamos a passar horas a fio, nas nossas mamadas, sentindo emoção ao ver o pequeno sugando e tomando meu leite, conseguimos estabilizar a produção, e em 45 dias, tivemos alta do acompanhamento no Banco de Leite, e seguimos somente com o meu leite. Léo mamou exclusivamente durante os seis primeiros meses de sua vida, com muito orgulho desse meu poder de mamífera. Tornei-me doadora do estoque de leite do banco de leite, e ainda hoje, com a introdução dos sólidos, ele ainda mama em livre demanda, isto é, quando ele solicita, estou disponível a ele, é apaixonado pelo leitinho da mamãe e eu apaixonada pela alimentação e minha melhor opção de amamentá-lo."
 
Emocionante e inspirador, né?

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Para as crianças de fibra! Mas se seu filho está magrinho, também vale a pena dar uma olhada!

Olá pessoal
 
Recebi uma solicitação muito especial de uma mãe com um filhinho com uma patologia chamada fibrose cística. Me tocou, foi sobre essa doença que escrevi ao terminar minha especialização em pediatria. E estou aqui, escrevendo em homenagem a Erika Moreira  e todas as mães de fibra.
 
A fibrose cística é também conhecida como "doença do beijo salgado", pois a pessoa portadora da doença elimina quantidade extremamente alta de sódio, cloro e potássio no suor. Logo, seu suor é mais salgadinho. E no momento que a mãe carinhosamente beija seu filho, sente o sabor salgado.
 
Uma explicação rápida: a fibrose cística é caracterizada pela disfunção das glândulas exócrinas, que produzem muco mais espesso, o que pode obstruir os ductos de alguns orgãos, causando doença pulmonar crônica e  insuficiência pancreática.
 
Aí a nutri entra: a função pulmonar e o estado nutricional tem relação -  um emagrecimento com perda de massa magra, de músculos, pode influenciar os músculos respiratórios ao mesmo tempo que uma doença pulmonar demanda muita energia do organismo. Vira um ciclo vicioso. E a insuficiência pancreática atrapalha a produção de enzimas, causando má absorção de nutrientes. Muita necessidade, pouca absorção. O estresse que a doença causa também pode causar inapetência na criança. Estudos indicam maior prevalência de anemia em fibrocísticos.
 
Portanto, cuidar da alimentação do fibrocístico é extremamente importante. Essa criança pode ter deficiência de importantes vitaminas, pela baixa absorção. As mais comuns são vitamina A, E e D.
A vitamina A e a vitamina D tem um papel fundamental na proteção do pulmão. E a vitamina E é antioxidante, também importante para a imunidade.
 
E para garantir a energia dessas crianças? Quando pensamos em engordar crianças (me senti a Bruxa do João e Maria agora!), o que eu mais vejo por aí é tentar aumentar farináceos (dá-lhe engrossantes!), ou até enchê-las de açúcar. Pensem comigo: açúcar é carboidrato, que tem 4 kcal por grama. Gordura tem 9 kcal por grama! Não seria mais eficaz? E encher uma criança de açúcar só vai educar o paladar dela para querer mais açúcar.
 
E é isso que precisamos fazer com os fibrocísticos, 40 a 45% das suas energias precisam vir da gordura. Uma criança saudável que precisa ganhar peso também pode ter o mesmo raciocínio, cerca de 30% da energia da sua alimentação pode vir de gordura. E pessoal, isso é bastante! Pensem na comida de um bebê. A grosso modo, 100 gramas de  papinha feita sem gorduras (claro que a carne tem gordura, mas é só pra visualizar), precisaria de 30 ml de um bom azeite. Uma colher de sopa tem o que, 13, 15 gr? Bora botar mais gordurinha boa na comida dos magrinhos!
 
Lembrando que o jeito mais fácil de adequar as gorduras da dieta é consultando uma nutri, e o fibrocístico que aumenta o aporte de gorduras da dieta, precisa verificar se a suplementação enzimática está ok!
 
Para trazer isso pra realidade, trouxe uma receitinha que contém gordura, vitamina E, vitamina A, vitamina D, gorduras boas... tudo de bom, nutricionalmente falando. E tudo de bom, saborosamente falando.
 
Sorvete de manga e abacate
 
 
 
2 potes de iogurte integral natural (tire o soro, se der)
500g de manga madura congelada (cortar em cubos e congelar)
500gr de abacate
2 colheres de sopa de óleo de coco
Mel silvestre para adoçar
Castanha de caju sem sal para polvilhar
 
Bata separadamente, com um mixer, um pote de iogurte com o abacate e  mel, até dar o dulçor que prefere, e o iogurte com a manga e o óleo de coco.
Para ficar lindo, monte em camadas em copos de papel, como na foto abaixo. Comece pela castanha de caju, e faça camadas de sorvete verde, sorvete amarelo. Depois, deixe no freezer ou congelador por 12 horas!
 
Aqui é sorvete de laranja com kiwi, mas a ideia é a montagem! Fica lindo, não?
 

Para dias de calor é ótimo.
Mães de fibra, aqui vocês tem um espaço para tirar dúvidas sobre a alimentação dos seus pequenos. Vira e mexe, vou postar outras coisas. E mães de magrinhos, essa receita para maiores de 1 ano, por conta do mel. Substitua o mel por uma banana, em dias de calor pode ser o lanche da tarde para bebês de 10 meses!
 
Beijos e até a próxima!

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

"Dieta" para criança gordinha

Tenho visto muita coisa por aí. Tenho visto muitas crianças acima do peso. Mas acima de tudo, tenho visto diversas posturas "para concertar" essa criança que está acima do peso.
Primeiro gostaria de reforçar que a obesidade infantil é uma doença séria, com inúmeras consequências (psicológicas, cardíacas, ortopédicas, pulmonares, etc) e de difícil tratamento. E o melhor tratamento é a prevenção.
Agora, nada  justifica a maneira que algumas crianças estão "gentilmente" sendo encaminhadas para a perda de peso. Dieta restrita, na minha humilde opinião, já está fadada ao insucesso no adulto. Agora, com criança?
Dar "shake" para criança me põe de cabelo em pé (não, não é mentira, já existem casos assim). Proibir a qualquer custo que a criança coma algo também. Colocar a culpa em um alimento (nunca mais você vai comer ' tal coisa", isso engorda!) e separar uma comida diferente da família só para aquela criança é triste demais. Ameaçar, relembrar a criança que ela precisa ter disciplina (oi?) não funciona e aumenta a ansiedade desse querido serzinho...
Você também ficaria muito brava se fosse obrigada a trocar o jantar fresquinho por um shake!
Ao invés do "proibir" e "cortar" que tal investir em incentivar e incluir? Incentivar a refeição em família, incentivar uma compra divertida na feira, incentivar em uma brincadeira que apresente alimentos diferentes, que a criança nunca comeu. Incluir mais vegetais nas refeições (você pode começar com estes), incluir mais frutas frescas no dia-a-dia (aqui tem dicas de como incluir). Levar  criança para a cozinha, comer mais em casa e menos em lanchonete, conversar mais com os pais, brincar e assistir menos televisão. Comer mais comida caseira, arroz, feijão, e variar o arroz e o feijão com outros alimentos deliciosos como batata e grão de bico. Já é um incrível começo. Procurar uma nutricionista para ajudar na empreitada, conversar sobre isso sem julgamentos, é bacana também.
Alimentação é muito mais que nutrição. É preciso pensar em todo o contexto do que a alimentação representa para aquele indivíduo, e o que significa ficar sem comer aquele alimento para o mesmo indivíduo. E para terminar o texto, deixo um material para as mamães, papais, avós e cuidadores refletiram.
A psicóloga Violeta Klintowiz faz uma analogia a bichos para ajudar as famílias a identificar erros e entender como devem agir, em relação a obesidade do filho.
O rinoceronte seria os pais excessivamente controladores, que se exaurem na busca de solução;
O canguru superprotege e assume a parte que seria da criança na reeducação alimentar;
A ostra evita o assunto a qualquer custo, fingindo que não está acontecendo nada (ele só é grande...);
A água-viva se afunda na culpa e não consegue agir;
O golfinho cutuca gentilmente, focando aspectos positivos para guiar a mudança;
O cão são-bernardo responde de forma calma e consistente, oferecendo companheirismo.
Por mais pais, avós e cuidadores são-bernardos e golfinhos! E nada de dieta pra criança!!!!

ATENÇÃO PESSOAL - A consulta nutricional via internet não é permitida. Portanto, não posso dizer, apenas com o peso e a idade, se seu filho está dentro do peso, nem tampouco mandar uma dieta via e-mail! procure uma nutri na sua cidade!

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Dia das crianças com opções de presentes que ajudam a comer melhor!

Olá pessoal!!

Para manter a tradição do ano passado, em que dei sugestões de briquedos e livros (clique nos links para ver) que ajudam a criança a se familiarizar com o mundo da alimentação, vou apresentar a vocês alguns dos novos brinquedos que estão comigo agora aqui no consultório, e pode servir de idéia para dar ao nosso filho, para aquele sobrinho que não come bem, para aquela criança que você adora. Brinquedos bacanas que precisam de criança para funcionar!

Um dos brinquedos que eu adorava quando criança era o quebra-cabeça. O meu atual vem com imagem de frutas, para crianças acima de 4 anos!


Que criança não adora um fantoche? Dá pra se esbaldar, liberar a imaginação e fazer historinhas com os pequenos. Fantoche não tem idade, esses aqui são de frutinhas também!!!

 
Eu tinha carimbos quando era pequena. Dá pra fazer carimbos de batata. Esses aqui são de madeira, e adivinha o motivo? Acho que eu estava em uma fase e muitas frutas quando adiquiri estes brinquedos!
 
E como não dá pra pensar em diversão com um livro delicioso, este aqui é "Vamos Comer?", mistura de livro e brinquedo!
 Olha como é bacana por dentro! Vem com quatro quebra-cabeças, todos ligados a alimentos!
 
Todos esses brinquedos custam pouco, mas incentivam e divertem muito. E um lembrete importante: criança gosta é de ficar com os pais. Independente do briquedo, brinque com o seu filho. Leia para ele. Cozinhe com ele. Assim, o dia das crianças será inesquecível!
 
Beijos e até mais!!!!
 
Para os pacientezinhos, o acesso a esses brinquedos é livre durante a consulta! Eu brinco junto hein!

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Momentos especiais - e mais um festa saudável!


Existem momentos na nossa vida que não tem preço, parafraseando aquela propaganda de cartão. E quando estes momentos misturam vida profissional que você ama, mais a vida pessoal, a satisfação é 100% garantida!
Vim dividir um momento com vocês. “Cuidei” de uma querida paciente por bastante tempo. Ela emagreceu e se nutriu muito bem para se preparar para uma nova fase. Aí ela engravidou, que delícia!
Na gestação, continuamos nosso acompanhamento, pensando no seu bem estar e no bem estar da pequena princesa que estava crescendo em sua barriga.O pai da pequena princesa também era muito participativo, estava em praticamente todas as consultas!
A princesinha nasceu. Todo o processo da amamentação foi acompanhado, e teve sucesso. O casal acompanhava com o  pediatra, e não deixou a nutricionista de lado. O resultado: a princesinha comia muito bem, de figo à abiu. Adorava ouvir suas peripécias com a comida. Há, a mamãe recuperou rapidinho o peso pré gravidez.
No momento da volta ao trabalho da mãe (ai que momento difícil!) as orientações eram ligadas a como ordenhar, aonde deixar, como servir? E eu, ensinando e aprendendo ao mesmo tempo. O pai da pequena, vegetariano, me dando uns toques sobre o recém vegetarianismo da minha pequena.
E agora, faz cerca de um ano que vi a princesinha no Hospital Santa Catarina. Recebi um convite da sua mãe pra comemorar junto esse aniversário.
Mudança de hábito não é fácil, mas quando é pro nosso bem-estar, é satisfatório e muito vantajoso. Acompanhei um aniversário lindo, cheio das coisas que conversamos durante nossos momentos!
A festa foi um lindo piquenique, no parque em que hoje, o pai e a mãe da princesinha fazem as compras de verduras, frutas e legumes. Foi uma manhã maravilhosa. Com direito a contadora de histórias (amei!). E muita comida saudável.
Parabéns lindinha!

Muita música para as crianças! Elas se esbaldaram!


Frutas fresquinhas

Esse bolo de maçã estava uma delícia!

Sanduichinhos embalados - aqui não tinha fritura!

Olha a pequena Clara Yoko, que linda!

Quantos amiguinhos!

Cores - as crianças adoram!

Esse bolo foi uma boa surpresa! Sabor chá verde! O sabor era muito delicado, nada açucarado. E olha a cor: verde! Minha filha gostou tanto que quer esse bolo no aniversário dela!
 
Lá pelo meio da festa, a mãe da princesinha veio trocar um dedo de prosa comigo. Ela disse: Karine, tem um monte de gente que pergunta se a princesa ainda mama no peito. E eu respondo: graças a Karine!
 
Não, Regiane. Foi você. Foi sua família. A alimentação, o cuidado o carinho que tratam a pequena Yoko. Parabéns lindinha! Continue crescendo linda, saudável, sorridente. Estamos aqui pra te amparar –eu, fazendo a pequena parte do auxílio na orientação da alimentação saudável com prazer e consciência. Apesar de que sua mamãe e o seu papai já sabem de tudo e um pouco mais! Obrigada Rafael e Regiane, por me permitir dividir tão belo momento!

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Alimentação para maiores de 1 ano!

Eba! Chegou o tão esperado aniversário de 1 ano do bebê. Depois da correria da festa, voltamos ao dia-a-dia do bebê. Com uma nova dúvida. E a alimentação?
Aí, passamos no pediatra, e ele indica: agora mãe, ele deve comer a alimentação família. A mãe comemora (ou não). Não precisa mais fazer papinhas...
Aí eu entro: alimentação da família? Tenho medo dessa frase... prefiro dizer que agora a família vai comer a alimentação do bebê com a textura adaptada!
Sabe porquê? Como é a alimentação dos adultos em casa? Você, mãe zelosa, vinha fazendo a alimentação perfeitinha, com todos os grupos alimentares e tal...  como passou do primeiro ano, só arroz, feijão e carne é suficiente?
Calma! Nada contra o arroz e o feijão, pelo contrário. Dupla fantástica, garante um prato quase completo. Lembra desse post? Quase completo por que o legume e/ou a verdurinha precisa acompanhar o prato. Como faziam na época da papinha.
Portanto, a alimentação continuará com todos os grupos alimentares... fonte de carboidrato como cereais ou raízes, grãos, carnes, verduras, legumes, tudo guarnecido com deliciosos temperos naturais.A preocpação não é à toa. Pesquisas recentes afirmam que os brasileiros não comem frutas, verduras e legumes em quantidade suficiente.
 
Agora, temos sim, mais liberdade. Uma saladinha crua pode entrar na alimentação do bebê. E o açúcar, pode? Com muita parcimônia, num bolo especial feito pela vovó, por exemplo, vale. Nada de liberar geral, cuidado redobrado com as guloseimas, e principalmente os alimentos industrializados não feitos para esta faixa etária. Falamos de alguns deles aqui.
Lembre-se: mais dia ou menos dia, seu bebê vai comer menos. Assim, pensaremos em qualidade e não quantidade.
Aqui vai uma ideia de planejamento alimentar (quando citar leite, de preferência, o melhor do mundo, o materno, e na impossibilidade, algum indicado pelo pediatra/nutricionista)
 
Café da manhã: Leite  + pão integral com manteiga + banana
Ou mingau de aveia, quinua, e maçã raspadinha e uva passa
Lanche da manhã: uvas, ensinando o pequeno a comer (morde, olha, morde), para prevenir os engasgos ou qualquer fruta. Para dias quentes, uma água de coco vai bem também.
Almoço: Arroz e feijão bem cozidinhos, abóbora e brócolis cozidos, alface cortado miúdo, frango desfiado.
Sobremesa: fruta
Lanche da tarde: fruta amassada com castanha triturada ou sanduíche de queijo cotagge e pão de leite ou iogurte natural com um pouco de geléia (sem açúcar ou adoçante) ou grissinis e palitos de pepinos passados em um patê de ricota, ou biscoitos caseiros de aveia, acompanhado de leite.
Jantar: macarrão integral à bolonhesa com molho de tomate e cenoura ralada. Sobremesa: gelatina incolor com suco de uva integral e pedacinhos de morango.
 Antes de dormir: leitinho
 
Mais uma vez: o aleitamento materno deve seguir, até os dois anos ou mais, conforme decisão do bebê e da mãe. Quem toma mamadeira pod considerar substituir o utensílio por copo, devagarinho, uma mamadeira por vez. Prefira frutas, legumes e verduras da safra,  de preferência, orgânicos.
Tem dúvidas sobre a alimentação do seu filho de um ano? Manda pra mim que conversamos!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Mais uma do Dudu, nosso menino que não come!










































































 




        Contar histórias mirabolantes pode dar certo para a criança comer... porém, apenas por um tempo! Logo ele vai desconfiar que não vai se transformar em um monstrão! Pelo menos experimentou, não é verdade?
       Para uma criança comer bem e de tudo, precisamos investir em uma ótima educação alimentar! O exemplo é um bom começo... já comeu uma fruta deliciosa e fresquinha com seu filho hoje?
Beijos e uma ótima semana!


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Prato divertido!



Olá pessoal!

Percebo na internet um grande movimento em relação à montagem de pratos com carinhas ou desenhos divertidos.

Mas afinal, isso é bom ou ruim? Não coagimos a criança? E, se não é indicado esconder os alimentos (já que assim a criança é "enganada"), disfarçar em formatos divertidos é legal?

Montar pratos divertidos é um estímulo, um carinho que pode incentivar seu filho a entrar no mundo da alimentação saudável. E não é coação. Afinal, o brócolis que remete a árvore no prato tem cara e gosto de brócolis. A criança pode falar: arvorezinha! E a mãe pode repetir, brócolis arvorezinha.

Já não dizia Shakespeare,se a rosa tivesse outro nome, ainda assim teria o mesmo perfume!
 
Imagem google
 
O lúdico, a brincadeira, entra no universo da criança, e pode acessá-la. Montar pratos, servir comida de uma forma diferenciada, como em copos, ou com o auxílio dos cortadores, é válido. Como gostamos de ver a comida bonita na mesa, a criança também gosta. Já serviu o mesmo jantar em uma tigela? E em um copinho?

A ciência está aí pra comentar. Uma pesquisa realizada em parceria entre a Universidade de Cornell, nos EUA e a Universidade Metropolitana de Londres, na Inglaterra, afirma que pratos coloridos, variedade, e uma disposição divertida dos alimentos incentivam as crianças a se alimentar melhor.

Mas não precisamos nem devemos ofertar o prato montado todos os dias. A ideia é aproveitar alguns determinados momentos. Já fazemos isso em aniversários, quando o bolo vem decorado com a foto do personagem. Podemos utilizar essa ferramenta para o estímulo da alimentação saudável.

Existem adultos que lembram com carinho que suas mães montavam os pratos divertidos, e isso os manteve em contato com aquele alimento até hoje. Já ouvi sobre rosto de macarrão, lua de kibe cru. A atenção e o carinho de quem ofertava auxiliou o apreço por aquele determinado alimento saudável.

O blog Nutrição Infantil tem uma página no facebook, cheia de ideias de pratos divertidos para inspirar vocês! Separei aqui os que fizeram mais sucesso. Mas vocês estão convidados para conhecer todos os outros, clicando aqui.


 
Chama a criançada pra ajudar, tira foto, manda pra  e boa diversão!

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Que tal uma sobremesa?

Que consumir fruta é bom todos os dias, você já sabe. Quer conhecer um jeito novo de comer uma fruta super mega versátil?

Olha só minha mousse de chocolate!



Lindo não? A Karine endoidou? Não!!! Olha os ingredientes aqui embaixo:


Abacate, cacau em pó e mel. Apenas isso. Bati o abacate com o cacau no hand mixer. Depois adocei com o mel. Coloquei na geladeira por um tempo. Fez um sucesso danado. Meu marido amou. A Bia achou que estava muito "carregado" no chocolate, vou diminuir um pouco da próxima vez. As proporções, você manda.  Uma ótima opção para receita para crianças, uma sobremesa especial e diferente!
Pode dar para ciranças maiores de 1 ano, por conta do mel.

Beijos especiais!

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Lanche da escola de hoje! Especial foto 1

           Esse aqui faz um sucesso danado com os amigos da Bia! Por isso mando uma boa porção desses grissinis com gergelim, para que todos possam consumir. Esse não tem aditivos químicos, mas dá pra fazer grissinis em casa tambem! Para acompanhar, um potinho de creme de ricota no ex vidrinho de geléia, que quebra o galho nesses momentos. Com uma água de coco, lanche completinho.

Tá servido?

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Um pouco de praticidade!

Olá pessoal!

A discussão de uma boa alimentação esbarra sempre no que as pessoas consideram prático. Afinal, abrir um pacote é mais fácil que descascar uma fruta, por exemplo.

O desafio é utilizar as praticidades e as facilidades a favor do nosso dia-a-dia, mas com senso crítico apurado, para avaliar se isso realmente vai facilitar a nossa vida, ou se vai dificultar - ficar doente por conta da sua alimentação é uma dificuldade muito grande!

E vamos ao causo da semana. Como sabem, minha filha virou vegetariana há cerca de 8 meses. E desde então, muitos hábitos alimentares da minha casa mudaram. Um exemplo: antes, fazer uma refeição de bate pronto era um pouco mais rápido, eu achava. Arroz integral, brócolis e filé de frango, 30 minutos. Lembram deste post, com foto e tudo?

Agora, a maior parte das refeições precisa necessariamente ter uma leguminosa (feijões, grão de bico, lentilha, etc) por conta do aporte de proteína e ferro que minha gatinha precisa. E cozinhar grãos como eu gosto de cozinhar, precisa de planejamento (a maioria precisa ficar de molho por bastante tempo, para a diluição dos fitatos, fatores antinutricionais que estão naturalmente nos feijões).
E aí, achei uma ótima praticidade para me auxiliar nessa empreitada! Ervilhas. Nada de enlatados. Ervilhas congeladas. Quando se lê o rótulo, lá está escrito em ingreientes: ervilhas. Simples assim, como eu gosto.

E "inventei" um prato rápido que minha filha está amando! Ervilha acebolada. Idéia original tirada daqui, do meu livro de receitas favorito. Cebola bem douradinha refogada no azeite e ervilhas frescas. Só isso.


Outra praticidade bacana: um dia, resolvemos, eu e a Bia, ter aquele dia de indulgência. Fizemos bolo de cenoura (com muita cenoura), suco de maracujá e servimos com creme com frutas. As frutas iriam ser morangos, já os tinha em casa (agora é época!). Aí achamos outra fruta gostosa, difícil de comprar em feiras, que fez parte da minha infância, lá na parte de congelados. Amoras! Ficou um lanche delicioso!


Lá também encontrei salada de frutas congeladas. Mas não combina com a minha realidade, prefiro fazer a salada de frutas em casa mesmo.  Mas é bom saber que existe.
Vamos utilizar a praticidade em nosso favor, mas de verdade! Alguém por aí tem mais alguma dica?

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Sem açúcar, com afeto ou porque não dar açúcar ao bebê!

Sempre me perguntam, por quê não dar açúcar ao bebê?
Ou então: posso dar açúcar orgânico, mascavo, produto adoçante?



O seguinte: a resposta inicial, todo mundo já sabe. Açúcar branco é caloria vazia, logo, não faz bem pra ninguém, dieteticamente falando.
Essa caloria vazia pode ser traduzida em excesso de peso lá na frente - uma das doenças de mais difícil tratamento: a obesidade.

Mas tem um motivo mais profundo aí. Que eu vou explicar agora.

A necessidade de comer açúcar (alimentos doces) é do adulto. O bebê está provando tudo. Ele não sabe, por exemplo, que o suco de maracujá tem que ser adoçado. Sério. Ele vai aprender o que você mostrar a ele.
Ele não sabe que a banana pode ficar melhor com açúcar. Ou não.
A necessidade é nossa, não do bebê.

Só que, por natureza, o bebê já vem gostando de doce de fábrica. Ofereça açúcar, iogurte adoçado, chocolate, pirulito e geralmente você verá um bebê que vai comer e se lambuzar. A lactose do leite materno é levemente adocicada.

Por isso, não é um dos paladares que nós, mães, devemos ensinar ao nosso filho. Esse ele já gosta. Lição aprendida. Agora, devemos introduzir o azedo, amargo, salgado, ácido, etc

Quando mais oferecermos os alimentos adoçados artificialmente,  mais o bebê vai querer só alimentos adoçados. Fica mais difícil introduzir os outros sabores. E quem tem filho maior sabe... quando chegar em 1 ano, 1 ano e meio ou 2.... o apetite voraz dos nossos pequeninos naturalmente diminuí. Por isso, mais de 50% das mães confirmam que tem dificuldades alimentares em casa. Ou o filho "não come" ou o filho é seletivo. Gosta de 4, 5 8, 10 tipos de alimentos e só.

E é desse seletivo que eu vou falar. Se você der, antes do tempo, alimentos ricos em açúcar, pode ser que 4 entre estes 8 alimentos que ele vai comer, tem açúcar.

Vivemos para educar nossos filhos. E educação alimentar (eu não canso de repetir) também é educação! Educar o paladar do seu filho é um papel seu também. Ele vai comer o que aprender comer.

Par terminar, gostaria de relembrar é que normal e esperado querer dar doce ao bebê. Ou outras pessoas quererem. Gente, acredite, quem quer dar açúcar ao bebê o ama de verdade! Nada de culpa!
É porque, como dizia a música do Chico Buarque, o açúcar pode ser um método, como posso dizer, de sedução. De carinho, de amor. Queremos agradar quem amamos, e geralment, adoramos doces. O bebê também vai adorar. Por que não dar esse carinho a ele?

É difícil, mas o motivo é nobre. Não, seu filho não irá morrer se comer açúcar. Ele pode comer um dia, e no outro dia estar bem (ou não). Mas isso, com certeza, irá dificultar a educação alimentar dele. Além de ser calorias vazias. Além de mascaram o sabor original do alimento. Além de dar cárie. Além de predispor o bebê a doenças sérias como obesidade e todas as suas complicações.


Os motivos são muitos. E tudo tem seu tempo, né? Logo mais ele vai comer o doce tão esperado. Mas quando o comer, já irá gostar de muitos outros alimentos. E aí, poderá comer um pedaço apenas e dizer: "hum, que delícia, muito obrigado, estou satisfeito!"

(válido para todos alimentos com açúcar em sua composição!)





terça-feira, 10 de julho de 2012

Meu filho não come - visão da criança!





E aí pessoal, vamos validar o que nossas crianças sentem também! Será que a solução é tentar forçar a criança a comer, e lá na frente o pequeno desenvolver obesidade? Ou será que devemos castigá-lo, não o deixar brincar? Aqui no blog tem várias dicas de como ajudar seu filho a comer melhor. Tente em casa. Não precisamos inventar histórias.  Ou busque ajuda especializada! Procure uma nutricionista infantil preparada para ajudá-la a lidar com o problema!
Abaixo as guerras na mesa! E mais tranquilidade pras mães, nós merecemos!

Beijos e bom apetite!